sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Projeto Mochilão - Banavie, Fort William, GlenCoe

Saimos de Kyleakin de manhã cedinho, pegamos um ônibus para Amadale. Lá pegamos o ferrie boat para Mallaig. Ficamos esperando o trem em Mallaig um tempão, deu tempo de chover, parar de chover e fazer sol... É uma cidade pequena, portanto a estação de trem também é pequena, andamos só ao redor da estação, então achamos algumas lojinhas de souvenir e um supermercado (almoço!!).
Entre Mallaig e Fort William fica uma paisagem famosa e que atrai muitas crianças, a ponte que aparece no filme do Harry Potter, aquela que leva pra Hogwarts. E tem uma maria fumaça que faz esse trajeto, não é a que aparece no filme (a que aparece no filme também fica na Escócia, mas faz outro trajeto), mas é muito charmosa. Infelizmente não andamos nela, fomos com o trem normal.




 A maria fumaça que faz o trajeto entre Fort William e Mallaig é a Jacobite, e é necessário comprar as passagens antecipadamente pelo site, afinal é um trajeto turístico. Quando o Jacobite chega em Mallaig, em um dos vagões, se abre uma lojinha de souvenirs... Eu até comprei uma foto da ponte!





 
Mas enfim, pegamos o trem normal, sentamos na janelinha e logo descobrimos quando a ponte de aproximava, porque todas as crianças do trem penderam para o lado do trem que dava pra ver a ponte.

                                             foto tirada do site:http://westcoastrailways.co.uk/
                                                                 (esse é o cartão postal que eu comprei!)

Descemos em Banavie, que é uma vilazinha (no wikipedia é chamada de settlement), quando desce do trem de um lado tem Banavie do outro tem Caol (outro settlement). Banavie não tem mercado, mas Coal tem, e fica aberto até as 22:00, Banavie também não tinha restaurantes, o rapaz do hostel nos recomendou um pub/restaurante em Caol. Em Banavie ficamos no hostel chasing the wild goose, simpático, limpo, e com banheiros muito esquisitos. Se ficar lá não se esqueça que a recepção não abre de manhã, e fizemos um depósito (5 libras) pela chave do hostel e não conseguimos pegar de volta por causa disso.



Caol tinha um lindo laguinho, mas infelizmente parecia que tinha saido de um filme de terror, ou aqueles jogos em que bombas nucleares destroem o mundo e os sobreviventes ficam presos a músicas e coisas dos anos 50.

De volta a Banavie, é um cidade pequena, mas tem um ponto turístico: Neptune´s staircase. Andamos ao lado dela inteira, mesmo estando chovendo.

De Banavie pegamos um ônibus para Fort William (originalmente íamos ficar lá, mas não conseguimos achar vaga), e de lá um ônibus para Glen Coe. O Glen Coe visitor center fica no meio da estrada, o motorista até acha estranho e pergunta se as pessoas vão ficar seguras descendo no meio da estrada. Lá fizemos as caminhadas curtas: Glencoe Woodland Walk e An Torr Woodland Walks. São bem curtinhas e com o caminho bem marcado, é difícil se perder, mas há mapas a venda no Visitor center.
No Visitor center tem lanchonete, loja de souvenirs e uma exposição (tem que pagar para entrar).



Existem várias atividades que podem ser feitas em Gen Coe, infelizmente não fizemos nenhuma, e olha que não foi por falta de procurar, a Escócia foi a parte mais difícil de planejar da viagem.

Por isso voltamos a Fort William (pegamos o ônibus no meio da estrada pra voltar), passeamos mais um pouco na cidade, ela possui uma rua inteira de lojas de camping e afins.

Agora que eu já fui, recomendo os sites:
Discover Glencoe
Outdoor Capital of UK

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Projeto Mochilão - Eilean donan castle

Antes de continuarmos, o B&B que ficamos se chama Tight a Cladach.
Na manhã seguinte, tomamos café da manhã no B&B e a dona do lugar nos levou até o ponto de ônibus em Kyle of Localsh, já que não conseguimos um taxi...
De ônibus fomos até o Eilean donan castle, que o Castelo que aparece em vários filmes, incluindo Highlander, Made of Honor e talvez algum outro que eu esqueci. Chegamos cedinho, e assim, quando entramos no castelo tinha uma famíla e nós no castelo! O Castelo fica do lado da estrada, então tem um ponto de ônibus na estrada, é só pedir pro motorista te avisar.
E mais uma vez fomos salvos pela gentileza de pessoas desconhecidas, chegamos lá com uma mochila grande e uma pequena cada um, a moça que trabalhava na bilheteria do lugar nos deixou guardar toda a bagagem na área dos funcionários.
O castelo era bem legal e rendeu boas fotos, principalmente porque quando chegamos o tempo estava bem fechado e logo depois o céu abriu e tivemos uma manhã ensolarada. Mas não e permitido tirar fotos dentro do Castelo, só do lado de fora hein? O Castelo, assim, como vários dos lugares que visitamos, é propriedade particular, pelo que entendi as pessoas ainda passam as férias lá de vez em quando. E também pode ser alugado para a realização de casamentos, chuique né?

                                                       Foto protegidda por Licenca Creative Commons


Para chegar ao castelo tem uma pontezinha de pedra ligadno o Castelo a margem, lindíssmo. E do lado da bilheteria há uma loja de souvenirs e uma lanchonete.
Para prosseguir a viagem voltamos para a estrada e sentamos no ponto de ônibus esperando o próximo ônibus para ir até Kyleakin. Aparentemente a ponto que leva à Kyleakin é um ponto turistico. A cidade é pequena e as poucas lojas fecham ás 17:00 horas, então se precisar de alguma coisa e melhor comprar antes disso.
Em Kyleakin ficamos no Skye Backpackers, mesmo esquema do hostel em Pitlochry, café da manhã incluso, chocolate quente sempre que você quiser. Neste hostel eles alugam wellies, que são aquelas botas de borracha, isso porque a cidade possui algumas caminhadas, mas elas dependem da maré, só dá pra fazer algumas das trilhas na maré baixa. Como chegamos meio tarde na cidade, e tivemos que esperar a secretaria do hostel abrir, se não me engano abria só depois das 15:00 ou das 17:00, só fizemos as caminhadas que não dependiam da maré. A cidade fica a beira do mar, e tem banquinhos pra você se sentar perto de onde deveria estar a areia e as conchinhas, mas onde só tem pedras.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Projeto Mochilão - Lochcarron, Kyle of Lochalsh, Badicau

Saimos cedinho de Pitlochry e pegamos o trem rumo a Lochcarron, queríamos ver os Highland Games, e o único que se encaixava na trajetoria e data da viagem era esse em Lochcarron. Descemos do trem em Strathcarron e pegamos uma vanzinha até Lochcarron. Estava chovendo horrores lá e os Highland Games foram cancelados, "first time ever" segundo nos disseram. Não tinha ônibus para voltar para Strathcarron, o taxi custava em torno de 80 libras (mais de 160 reais) resolvemos ir caminhando e pedindo carona.  Ainda estava chovendo muito e vários carros de turistas passaram por nós sem nem diminuir, mas antes de chegar ao final da cidade alguém parou! Um moço dirgindo uma daquelas vanzinhas fiorino, fumando e levando um cachorro no banco do passageiro, fomos atrás junto com várias ferramentas e um cortador de grama, e ele nos deixou bem na frente da estação de trem em Strathcarron! Ai eu já estava praticamente convencida de que os Escoceses eram de fato muito amigáveis, apesar da minha dificuldade de entender tudo que eles diziam, e de eles parecerem sempre sérios.
Tivemos que esperar um tanto ha estação de trem, que é só uma plataformazinha do lado dos trilhos do trem, mas elas quase sempre tem uma casinha, deve ser por causa do mal tempo né? Chove muito na Escócia.  Do lado da estação tinha um café, conseguimos comprar chocolate quente, outra coisa curiosa, lá o chocolate quente é feito com água.



Mas enfim, pegamos o trenzinho e fomos até Kyle of Lochalsh, fomos caminhando até o B&B que tinhamos reservado, achávamos que era nessa cidade, mas na verdade próximo a Kyle of Lochalsh existem várias vilazinhas, e o B&B era na próxima vilazinha.




 Badicau, onde ficava o B&B, ficava a uma milha e meia de Kyle of Localsh, e quando chegamos lá descobrimos que era uma vilazinha só de casas, sem mercados ou restaurantes.












O quintal do B&B dava para a praia, mas era meio que um penhasco até a praia, não conseguimos descer por ali, mas do lado tinha uma trilha que chegava até a praia e passava por baixo do trilho do trem! E conseguimos ver um submarino, só porque o senhor que tava passeando com o cachorro apontou o submarino..







Para jantar fomos caminhando até a próxima vilazinha, e no caminho encontramos uma trilhazinha que levava até a praia! Linda, linda.










 
Chegamos ao restaurante, que era muito chique por sinal, a moça do restaurante olhou agente meio torto, não tinhamos reserva e estavamos de calça de tactel e e aquelas blusas impermeáveis. Segundo meu professor isso é coisa de americano, muito colorido. Mas enfim, mesmo sem reserva conseguimos uma mesa, o restaurante não era tão caro, e servia o melhor creme de cogumelos que eu já comi! Muito bom!

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Projeto Mochhilão - Pitlochry

Pitlochry é a próxima parada de trem após Dulkeld and Birman. A princípio não conseguimos achar muita coisa a respeito da cidade, só que a cidade tinha um único hostel e que haviam caminhadas que se podia fazer, como em todos os lugares que visitamos na Escócia! :D
Chegamos em Pitlochry de tardezinha, as lojas já estavam quase fechando, já que tudo fecha pontualmente as 17:00. Quase ficamos sem água de novo! Mas achamos uma lojinhas de imigrantes, aparentemente as únicas lojas que fica abertar após as 17:00 são as lojas dos imigrantes.
A cidade é muito bonitinha, toda arrumadinha, para o tamanho da cidade tinha uma boa quantidade de restaurantes, padarias e lojinhas de souvenir, e é claro lojinhas de equipamentos de camping, hiking e treckking. Visitamos todas as lojinhas, tanto as de souvenir quanto as de camping, e como tudo estava em promoção o namorado comprou uma calça impermeável.
Ficamos no Pitlochry Backpackers Hostel, as camas tinham nome de queijos... mas o hostel era muito bom, staff muito simpático, tinha tv e vídeo cassete (????), um computador, caso você não tivesse computador para acessar a rede wireless (eu não tinha), café da manhã por 2 libras: scones, cereal, leite chocolate, chá e pãezinhos.
Ahhh a cidade era cheia de surpresas, tinha uma pracinha superflorida, linda. Um barbearia chamada Sweney Todd Demon Barber, e tinha até uma estátua do Sweney Tood. Um poço, no meio da cidade, um riozinho que cortava a cidade.
                                            foto de Rafael Tonani, protegido por licença creative commons
           
Perguntamos na recepção do hostel o que se tinha para fazer na cidade: três opções de caminhada, uma mais longa, levava duas horas para ir e duas horas para voltar, mas de acordo com o moço da recepção a vista valia muito a pena; uma caminhada de meia hora até uma cachoeira e uma caminhada de uma hora subindo para ver o vale. Também havia a opcão de ir ver a represa. Optamos pelo vale, já que o namorada estava meio doente, pensamos em fazer a caminhada de uma hora devagarzinho. Logo saindo da cidade tinha um lago com ciseneis, lindos lindos...

                  



Fazendo a caminhada descobrimos porque haviam tantos restaurantes e lojinhas em uma cidade tão pequena, a uma curta caminhada da cidade ficava um mega campo de golfe, que alilás tinhamos que atravessar para poder fazer a trilha. A trilha era toda marcadinha com setas, mas levamos um mapa emprestado do hostel de qulquer forma. Quando atravessamos o campo de golfe o céu estava do azul mais lindo e escuro, aquele céu prester a despencar uma chuva, e não deu outra, mal atravessamos o campo de golfe e começou a chover!
Olha o céu ai em baixo na foto, lindo né?






 
E subindo mais um pouco, e mais um pouco, chegamos! E a vista realmente compensava!


                                        foto de Rafael Tonani, protegido por licença creative commons

Mas o mais divertido foi no caminho de volta, eu parei para tirar uma foto e quando alcancei o namorado ele estava conversando com uma senhorinha, que nos convidou a entrar na casa dela, que ficava bem do lado do campo de golfe e estava escondida atrás de várias árvores. Entramos e ganhamos bolachinhas, gigerbread, muito bom. O melhor foi a felicidade da senhora a hora que descobriu que eramos brasileiros, e olha isso, ela era fã do MST,  e começou a falar do problema da concentração de terras na Escócia. E além de tudo ela era escritora, havia escrito dois livros a respeito do problema da concentração de terra, e nos deu 3 exemplares do livro menor, uma pra nós, um para quem achássemos que iria gostar e um para o MST. O do MST eu ainda não consegui entregar. A Senhora se chamava Shierley-Anne Hardy.

Sugestões:
nós jantamos em um lugar chamado Café Biba, a comida era muito boa, tinha um número considerável de opções vegetarianas e muitos doces lindos!
A um quarteirão do hostel tem uma padaria muito boa!
Sites:
Pitlochry

sábado, 2 de abril de 2011

Dunkeld and Birman - The Hermitage

Depois da passagem rápida por Glasgow pegamos o trem de manhãzinha e fomos para Dunkeld e Birman, duas cidadezinhas que ficam separadas por uma ponte de distância. Fomos até lá ver o Hermitage, que faz parte do Nacional Trust For Scotland, que são pontos turísticos da Escócia catalogados no site, e tem todas as informações, como chegar, acesso a deficientes, etc. O mais interessante é que esses pontos turísticos muitas vezes ficam dentro de propriedades privadas, e agente pode visitar!
O processo de definir a rota da viagem na Escocia foi no mínimo inusitado, jogamos Scotland no google e vimos as fotos que apareciam, traçamos duas rotas rotas possíveis a princío, de Glasgow para o norte, passando necessariamente por Dunkeld, para ver o Hermitage (tinha fotos lindas no google) e Pitlochry; ou de Edinburgo até um castelo que eu não lembro mais o nome. Tudo isso pelas fotos do goole!
Enfim, chegando na estação de trem, não existem funcionários e não existe nenhum lugar onde deixar a bagagem, já que não íamos dormir em nenhumas das cidades, íamos só passar a manhã lá. E para melhorar, para chegar a cidade o caminho é uma estradinha de terra, que agente divide com os carros, e a cereja do bolo: estava chovendo...

Foto de Míriam Costa Toyama,
protegida por licença Creative Commons

A primeira cidadezinha é Birman, que não é nada de mais, mas tem alguns hoteis chiques, e uma praça com estátuas de bichinhos. Caminhando um pouco e atravessando a ponte chegamos a Dunkeld, lá conseguimos deixar a bagagem em um B&B, e eles não cobraram nada por isso (no fim da semana de viagem pela Escócia fiquei extremamente agradecida pela hospitalidade das pessoas de lá, em todos os momentos que precisamos alguém ajudou). Localizamos o Tourist Information (parece que toda cidade lá tem um escritório de informações turísticas!), nos recomendaram conhecer a catedral, o grande carvalho e a cachoeira no Hermitage, que segundo a moça devia estar muito bonita por causa da chuva.

A catedral fica a um ou dois quarteirões do escritório de informações turísticas, e de fato é um lugar a ser visitado, metade da catedral está em ruinas e a outra metade está conservada, na metade conservada tem um pequeno museu. A meio quarteirão da quatedral há um café, ótimo lugar servem chás, chocolate quente, lanches, doces... tudo muito bom.

   Foto de Rafael Tonani, protegida licença Creative Commons
Depois de ver a catedral fomos ver o Hermitage, compramos um mapa e seguimos as instruções, tem que passar pela rodovia, mas ainda bem, não precisa atravessar, e tem que passar por baixo de uma ponto, adorei o caminho, chegando lá, ainda estava chovendo...
Fomos ao hermitage por causa de várias fotos que encontramos no google de uma ponte de pedra sobre um rio, caminhando um pouco achamos a ponte e a cachoeira, e bem na frente da cachoeira construiram uma casinha, um ponto de observação, pra poder admirar a cachoeira!
Depois voltamos para Dunkeld e fizemos a caminhada para ver o grande carvalho, que de fato é muito grande, e está todo escorado com toras.
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Dunkeld é linda, o Hermitage é lindo, a Catedral também, mas acho que não é necessário mais que meio dia para conhecer o lugar











                                                                                             Foto de Rafael Tonani, protegida por Licença CC

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Projeto mochilão - Glasgow

Depois de Dublin pegamos um avião, Ryanair, direto para Glasgow!
Olha, o povo da Ryanair são as pessoas mais mal humoradas que eu encontrei nessa viagem! Mas também é a empresa com vôos mais baratos...
Ficamos poucos dias em Glasgow, chegamos de manhã cedinho e no outro dia fomos embora cedinho também. Todo mundo que vai para a Escócia vai para Edinburgo, e pelas fotos dá para saber porque. Mas nós fomos para Glasgow porque era mais perto dos outros lugares que queríamos ver. Quando chegamos lá estava chovendo, lógico... Glasgow é uma cidade estranha, tem muitas ruas e prédios antigos, mas não é tão bonita quanto outras cidades europeias.
A primeira coisa que fizemos quando chegamos foi ir a estação de trem e tentar comprar as passagens de trem, porque pela internet não conseguimos, apesar de sabermos que este serviço está disponível! E sabe o que o senhor do guichê nos disse? Que era pra comprar as passagens no trem! Levamos um tempo para entender, eles tem um sotaque bem acentuado e levamos um tempo pra nos acostumarmos. E fora que ele ficava falando de "off the peack tickets", que eu não tinha idéia do que era!
Mas enfim, descobri depois que existem diversos tipos de tarifas para os trêns escoceses, então temos a tarifa normal, que equivale a passagem inteira e você pode usar em qualquer horário do dia. Se você comprar a passagem com esta tarifa significa que você pode pegar o trem a hora que quiser para percorrer o trajeto que escolheu. Então no nosso caso íamos de Glasgow à Pitlochry, poderíamos pegar o trem a qualquer hora para realizar o trajeto, e até mesmo dividir a viagem, que foi o que fizemos, então pegamos o trem de Glasgow para Dunkeld & Birman, passeamos e depois pegamos o trem de Dunkeld & Birman para Pitlochry. Fantástico né?
Se você compra uma passagem "off the peack" quer dizer que você pode utilizar a passagem da mesma forma, mas não pode viajar nos horários de pico. A ScotRail tem descontos para grupos, e em todas as estações tem folhetinhos explilcando o funcionamento das tarifas e tudo mais.


Enquanto estávamos em Glasgow não passeamos muito, ficamos andando pela rua de comércio, entrando nos shoopings e livrarias. Os livros são muito muito baratos! E ainda estavam em promoção, porque no verão tudo entra em promoção na Europa! Então um livro 5 libras, eu já não tinha muito espaço na mala, devido a passagem pela loja de roupas de dança do ventre em Barcelona, então comprei um livro e fiquei carregando ele pelos aeroportos, para evitar ocupar mais espaço nas malas. Comprei P.S. I love you, porque tinha visto o filme e o Gerard Buttler é lindo, e a trilha sonora do filme é arrasadora... O livro é bom também.
E meu namorado ainda tinha comprado uma edição especial de Warhammer online que inclui dois livros do tamanho de uma folha A4 etc etc.. que ocupou o espaço restante na mala. Resultado: metade da viagem e as malas já tavam pra lá de cheias... afinal a mala que era despachada não podia passar de 15 Kg e as bagagens de mão deveriam ficar em 10kg (se não me engano... ou eram 8?) ficaram bem acima do peso de qualquer forma..

Uma coisa divertida que descobri em Glasgow é que as farmácias de lá vendem de tudo, e em todas as lojas se vende doce, chocolate e bolacha! Comprei maquiagem nas farmácias, o Reino Unido tem uma linha de maquiagem em que tudo custa 1 libra, MUA! E Barry M, todas as farmácias tinham estandes da Barry M! Ahh... voltei com várias máscaras para os cílios de todas as cores possíveis, afinal a propagando da Barry M é The most colorful name in cosmetics!
Também fomos as lojas de kilts, carríssimas, compramos só um reloginho de bolso (lindíssimo) pro namorado. Já tinhamos estabelecido antes de ir que compraríamos o relógio em  uma determinada loja.
E comemos cupcakes! Uma loja só de cupcakes! E ahhh, meu sonho de consumo, tinha uma loja só de chá, extremamente caros.
Em Glasgow não conseguimos ficar em hostel, todos os do centro já estavam lotados quando tentamos reservar, e os outros que restaram no hostelworld eram muito caros. Então ficamos no hotel Etap, que é igualzinho ao Formula1 de São Paulo. O quarto é identico, e o hotel fica perto de uma estação de metro, ele ficava longe do centro e do lado de um centro de entretenimento (tinha vários restaurantes, um bingo e um super cinema). O que pra falar a verdade me deixou meio desesperada quando eu descobri que o metro não funcionava de madrugada, ele volta a funcionar as 6:30, e eu precisa pegar um ônibus as 6:00 para o aeroporto.  Fora que era o metro mais assustador que eu já vi! Mas o pessoal do hotel descolou um táxi, graças! E foi baratinho 5 libras!

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Projeto Mochilão - Dublin

Depois de quase duas semanas andando paramos em Dublin por uns 3 dias, precisavamos lavar a roupa!
Afinal, levamos toda a bagagem em uma mochila grande, e uma bagagem de mão... e ainda, dentro da mochila tinha um tapete de yoga e dois bastões de caminhada.
Ficamos no Jacobs Inn, super perto de onde para o ônibus que vem do aeroporto! E muito bem localizado, na frete tem um restaurante Thailandes, graças!! Porque eu cheguei morrendo de fome! Um restaurante super fofo, e com pessoas super simpáticas, como eu não como carne eles até fizeram legumes refogados, que não tem no menu. E a comida é muito boa!
A uma pequena caminhada ainda temos perto do hostel: um mercado muito bom e barato (comprei muito chocolate, 3 barras de lindith por 5 euros! e também a refeição mais barata que fiz no Reino Unido, uma torta congelada por uns 3 euros), uma lavanderia (o hostel tem lavanderia, mas você é quem tem que lavar a roupa), uma lan house/locadora de DVD, padaria, vários lojinhas de fast food. E também fica do ladinho da estação das luas!
E esse trenzinho na foto é uma lua:

                                                        Foto de Maria Rostas
                                                            licenciada sob Creative Commons Attribution-NonCommercial 3.0 Unported


Quando você entra no hostel eles tem propagandas de tudo que tem na cidade, te dão um mapa do centro de Dublin, e tem uns cuponzinhos de descontos pendurados perto da porta de acesso. No primeiro dia fomos comprar os ingressos para ver o Riverdance no Gaiety Theater, fomos caminhando até o shooping que tem o maior relógio interno do mundo (??), na frente do Gaiety Theater. Tudo, absolutamente tudo estava em promoção, tanto dentro do shooping quanto nas ruas. Caminhamos pelo centro, almoçamos lá perto, em um lugar recomendado pelo Lonely Planet, chamado Juice. Não recomendo não, a comida não era tão boa e não foi das refeições mais baratas.
Continuamos andando, chegamos ao Castelo de Dublin, mas não entramos, andamos mais, chegamos a Catedral de Dublin e a Dublinia, também não entramos, tudo era pago. Mas a Catedral era muito bonita assim mesmo!
E ah!! Encontramos brasileiros, hilário, uma família de brasileiros conversando e dizendo que tinha passado com um excesso de bagagem de 10 quilos...
E finalmente chegamos ao Templo Bar, uma área histórica de Dublin, muitas feirinhas, bares, lojas de souvenirs. Caminhamos mais, chegamos ao shoopings! Não o do maior relógio interno do mundo, outro shooping, Ilac Shooping. Mais legal do que o shooping era a mega loja de produtos alimentícios orientais, provavelmente chineses que tinha na frente do shooping. Muito divertida, compramos suco, só pra experimentar, e balinhas.



                                                                Foto de John Portelli
                                                             Licença Creative Commons Attribution-Noncommercial 3.0 License.